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A classificação dos insetos e outras pragas que atacam grãos e outros produtos armazenados nem sempre é tarefa simples.

Entretanto, além dos técnicos das empresas especializadas do ramo, existem inúmeras instituições, como o ITAL, de Campinas, a ESALQ, de Piracicaba entre outras entidades, que possuem pesquisadores de reconhecido renome e que tem grande interesse em receber e classificar qualquer tipo de produto infestado.


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Rizopertha dominica

Identificação

É um inseto primário que mede entre 2,5 a 3 mm de comprimento, com coloração variando entre o castanho claro a café escuro. O corpo é de forma cilíndrica, alargado, com a parte posterior arredondada. Possui uma cabeça retrátil dentro do protórax. Antenas com os três últimos segmentos visivelmente maiores que os demais. Tem excelente capacidade de vôo, motivo pelo qual já o encontramos em nível de campo, em lavouras de arroz e, ainda, atacando pinhas de Pinus Eliotis. As fêmeas depositam durante sua vida cerca de 300 a 400 ovos, tanto na superfície como entre os grãos. As larvas, dotadas de patas, perfuram e se instalam no interior dos grãos, dos quais se alimentam e onde geralmente passam a fase de pupa. Tanto as larvas como os insetos adultos se alimentam dos grãos. Dependendo das condições de temperatura e umidade, o ciclo completo do inseto dura de 28 a 70 dias. O inseto adulto vive de 4 a 6 meses. Pode sobreviver e se multiplicar em grãos com um conteúdo de umidade inferior a 9%.

A pior praga atualmente

O Rizopertha dominica é hoje considerada a pior praga que ataca cereais armazenados em nosso País. Embora raramente detectada nos armazéns e silos antes de 1980, já na década de 1930 havia referências de sua existência no Brasil.

Espalhou-se rapidamente

Entretanto, nos últimos anos, com a Diesel Water Pumps Factory importação de sementes de trigo do Paraguai e do México, principalmente, a sua disseminação foi rápida. Inicialmente atacando o trigo estocado, o Rizopertha dominica, a exemplo do que ocorre na Argentina, também já vem causando prejuízos nos estoques de milho e arroz. Sua Waterous Fire Pump Factory voracidade é incrível. Não só consome como destrói com suas poderosas mandíbulas, enorme quantidade de grãos. Por isso, a principal característica da presença deste inseto nos silos e/ou armazéns, é a grande quantidade de um pó farináceo em mistura com material fecal, com um cheiro adocicado, existente entre os grãos atacados.

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Rizopertha dominica

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Raio X de grão com larva de rizopertha dominica

Transcrevemos um ensaio realizado há poucos anos, pelo Professor Octávio Nakano, da ESALQ, de Piracicaba (SP).

Olho vivo: outra praga mais destruidora ainda

A ação do Rizopertha dominica somente é superada pelo seu parente próximo, o Prostephanus truncatus, praga que ataca o milho, reduzindo a própria espiga a pó. Embora comum na África e alguns países da América Central, felizmente ainda não foi constatada no Brasil.

 

 

DANOS DE  Sitophilus orysae  E  Rizopertha dominica  EM  MILHO ARMAZENADO

PESO DA AMOSTRAPERDA EM3 DIASPERDA POR DIAPESO DOS INSETOSPERDA EM3 DIAS%DA PERDA
25 INSETOSgggggg
Sitophilus890001150
Rizopertha890006750

CÁLCULO DOS DANOS
25 insetos em 90 gramas = 277.777 insetos em 1 tonelada
Dano por dia de 277.777 insetos em 1 tonelada de grãos =2
Sitophilus - 277.777 gramas X 0
Rizopertha - 277.777 gramas X 0
Dano durante a vida média dos insetos adultos =
Sitophilus - 833
Rizopertha - 5.555 gramas X 100 dias = 555

 

 

 

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Sitophilus zeamais - Gorgulho do milho

Identificação

Insetos primários, vulgarmente conhecidos como gorgulhos. São besourinhos de 2,5 a 4 mm de comprimento, de coloração castanho escuro, com quatro manchas vermelho claro nos élitros. O protórax está densamente coberto de depressões circulares ou ligeiramente ovaladas. Como principal característica, possuem uma cabeça prolongada formando uma tromba um pouco recurvada, onde se inserem as peças bucais. A tromba do macho é mais curta e rugosa. Atacam indistintamente milho, arroz, trigo, sorgo, centeio, cevada, aveia e outros cereais e produtos, causando anualmente enormes prejuízos.

Erroneamente alguns autores brasileiros os têm confundido, quando atacam o trigo, com o Sitophilus granarius. Entretanto, esta praga , ao contrário do Sitophilus orysae e do Sitophilus zeamais não voa e não existe no Brasil. Ao Sitophilus zeamais é atribuída a maior causa das infestações em nível de campo, pela sua maior capacidade de vôo. Entretanto, as duas espécies tem sido encontradas com freqüência, atacando o mesmo produto. Embora alguns técnicos assegurem ser possível distingui-los com um simples exame visual, pelas suas características morfológicas externas, uma identificação segura somente pode ser feita em nível de laboratório, com o exame no microscópio, das genitálias dos referidos insetos.

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Sitophilus orysae e zeamais

Ovos depositados um a um dentro do grão

Cada fêmea pode produzir de 150 a 400 ovos durante a sua vida. Com as peças bucais ela faz um orifício no grão, onde deposita apenas um ovo por vez, fechando em seguida o furo, com uma secreção gelatinosa que endurece em contato com o ar, dissimulando assim a cavidade. No laboratório, o furo pode ser facilmente detectado com o tingimento dos grãos com violeta de genciana. As larvas, de coloração creme, com a cabeça escura, não possuem patas e, em seu desenvolvimento destroem totalmente o interior dos grãos.
Em condições propícias de temperatura e umidade ( 28° C e 70% de U.R. ) o ciclo evolutivo destas espécies se realiza, do ovo ao adulto, em 28 dias, com uma produção de 6 a 8 gerações por ano. Os insetos adultos vivem 4 a 5 meses.

 

 

 

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Sitophilus orysae  -  Gorgulho do arroz

Identificação

Insetos primários, vulgarmente conhecidos como gorgulhos. São besourinhos de 2,5 a 4 mm de comprimento, de coloração castanho escuro, com quatro manchas vermelho claro nos élitros. O protórax está densamente coberto de depressões circulares ou ligeiramente ovaladas. Como principal característica, possuem uma cabeça prolongada formando uma tromba um pouco recurvada, onde se inserem as peças bucais. A tromba do macho é mais curta e rugosa. Atacam indistintamente milho, arroz, trigo, sorgo, centeio, cevada, aveia e outros cereais e produtos, causando anualmente enormes prejuízos.

Erroneamente alguns autores brasileiros os têm confundido, quando atacam o trigo, com o Sitophilus granarius. Entretanto, esta praga , ao contrário do Sitophilus orysae e do Sitophilus zeamais não voa e não existe no Brasil. Ao Sitophilus zeamais é atribuída a maior causa das infestações em nível de campo, pela sua maior capacidade de vôo. Entretanto, as duas espécies tem sido encontradas com freqüência, atacando o mesmo produto. Embora alguns técnicos assegurem ser possível distingui-los com um simples exame visual, pelas suas características morfológicas externas, uma identificação segura somente pode ser feita em nível de laboratório, com o exame no microscópio, das genitálias dos referidos insetos.

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Sitophilus orysae e zeamais

Ovos depositados um a um dentro do grão

Cada fêmea pode produzir de 150 a 400 ovos durante a sua vida. Com as peças bucais ela faz um orifício no grão, onde deposita apenas um ovo por vez, fechando em seguida o furo, com uma secreção gelatinosa que endurece em contato com o ar, dissimulando assim a cavidade. No laboratório, o furo pode ser facilmente detectado com o tingimento dos grãos com violeta de genciana. As larvas, de coloração creme, com a cabeça escura, não possuem patas e, em seu desenvolvimento destroem totalmente o interior dos grãos.

Em condições propícias de temperatura e umidade ( 28° C e 70% de U.R. ) o ciclo evolutivo destas espécies se realiza, do ovo ao adulto, em 28 dias, com uma produção de 6 a 8 gerações por ano. Os insetos adultos vivem 4 a 5 meses.




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Sitophilus granarius  -  Gorgulho do trigo (Não existe no BR)

Identificação

É um inseto primário, de coloração castanha escura, quase preta, que se assemelha bastante com o Sitophilus orysae e o Sitophilus zeamais. Todavia é maior - cerca de 5 mm - e não possui as quatro manchas avermelhadas nos elitros e, principalmente, não voa pois tem os seus elitros soldados.

Ocorre bastante nas regiões mais frias ou de clima temperado. Tem preferência por grãos de trigo e centeio, mas se alimenta também de milho, arroz, cevada, aveia, etc. Embora possa ser encontrado em farinhas, não tem condições de se multiplicar nesse meio.

sitophilus granarius

Sitophilus granarius

Não ocorre no Brasil

A fêmea oposita de 50 a 250 ovos, que são colocados em pequenos orifícios perfurados nos grãos. As larvas não possuem patas e se alimentam, transformado-se em pupas e em adultos, no interior dos grãos. O ciclo biológico, dependendo da temperatura, varia de 42 dias, em temperatura de 21 °C a 113 dias, em temperaturas de 16 a 18 °C. Contudo, a temperatura ideal para o seu desenvolvimento oscila entre 26 a 30 °C, com uma umidade relativa de 70%. Fire Pump trailer Factory

Nestas condições, o ciclo biológico é de 26 a 30 dias. Em média, produz duas a três gerações por ano. Esta praga, embora bastante mencionada, até agora não foi constatada no Brasil. Aqui você poderá observar a imagem ampliada

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