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A proliferação:

Ovos

slide03A multiplicação dos insetos é realizada através de ovos, sendo que , dependendo da espécie, uma única fêmea é capaz de produzir mais de mil ovos durante sua existência.

Os ovos, difíceis de serem detectados à olho nu, são de tamanho e formas diversas. Geralmente são de coloração branca ou creme, levemente rosados. A ovoposição depende da espécie. Alguns são depositados sobre os grãos ou outros produtos, em grupos, como geralmente ocorre com as traças.
Outras espécies, como o Sitophilus sp., fazem um furo no grão onde depositam um único ovo, para, em seguida, fechar a cavidade com uma secreção gelatinosa, que endurece ao contato com o ar. Já o caruncho do feijão, por exemplo, simplesmente deposita os ovos soltos entre os grãos.

Larvas

Em poucos dias os ovos se transformam em larvas, que imediatamente começam a alimentar-se dos grãos e/ou outros produtos. No caso dos insetos que depositam seus ovos entre os grãos, as larvas eclodidas cavam uma galeria para penetrar dentro dos mesmos. Dotadas de um aparelho mastigador com mandíbulas bem desenvolvidas, em pouco tempo escavam totalmente o interior do grão. Além do mais, suas excreções e dejetos comprometem irremediavelmente a qualidade dos produtos, abrindo caminho também, para os fungos, ácaros e insetos secundários.

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Em cima, larva;
Em baixo, pupa.
O desenvolvimento da larva passa por diversas fases ou instares e, a cada instar, troca de pele e aumenta de tamanho, até chegar à fase de pupa. É bastante difícil distinguir a um simples olhar a que espécie pertence determinada larva. As larvas de coleópteros podem não ter patas ou ter patas verdadeiras, mas nunca falsas patas. Já as larvas de lepidópteros possuem patas verdadeiras e falsas, embora, as vezes sejam apenas vestígios. Uma característica importante das larvas de lepidópteros é que a maioria delas secreta uma teia ou lanosidade, que forma por vezes, um verdadeiro tecido sobre a massa de grãos ou produtos, como por exemplo, a Anagasta kuehniella.

Pupas

slide01É nesta fase que se produzem as mudanças fisiológicas que irão dar origem a um novo inseto adulto. A pupa permanece imóvel, em estado de repouso e não se alimenta.

Nas pupas de coleópteros é fácil distinguir algumas partes do futuro adulto, enquanto que as pupas de lepidópteros praticamente nenhuma semelhança apresentam com o inseto adulto. Nas espécies de insetos primários, as pupas geralmente permanecem dentro dos grãos.

As pupas dos insetos secundários normalmente se instalam em locais protegidos, formando, em alguns casos, casulos. Nos lepidópteros, as pupas permanecem normalmente em meio das teias ou lanosidades e casulos produzidos pelas larvas.

O inseto adulto.

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